"A liberdade é um luxo a que nem todos se podem permitir." (Otto Bismark)

"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons." (M. Luther King)

"Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente." (Jiddu Krishnamurti)

"Ninguém está obrigado a cooperar em sua própria perda ou em sua própria escravatura, a Desobediência Civil é um direito imprescindível de todo o cidadão!" (Mahatma Ghandi)

"Alguns homens vêem as coisas como são e dizem "Porquê?". Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo "Porque não?" (George Bernard Shaw)

“Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos factos.” [Olavo de Carvalho]

Nota:

Este blog não obedece nem obedecerá a qualquer acordo ortográfico que seja um atentado à identidade do País

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Jardim compara Teixeira dos Santos a ministro de Saddam Hussein

O presidente do Governo Regional da Madeira comparou o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ao ministro da Informação de Saddam Hussein, devido às declarações sobre a actual crise financeira.

"O homem [Teixeira dos Santos] fez-me lembrar aquele ministro da Informação de Saddam, quando tinha os americanos dentro de Bagdad e dizia que o Iraque estava a ganhar a guerra", afirmou Alberto João Jardim citado pela Lusa.

O presidente do Governo madeirense falava a propósito das declarações de Teixeira dos Santos, que segunda-feira argumentou que a melhoria dos indicadores de confiança dos empresários e dos consumidores "são sinais francamente positivos", afirmando que Portugal pode estar a chegar ao fim da crise.

Jardim considera que esta atitude contraria as posições adoptadas até a nível internacional e acrescentou que "o problema de Portugal é que se dizem as coisas para manipular para fins eleitorais".

Alberto João Jardim falava no âmbito da inauguração de um caminho municipal na Freguesia do Campanário, no Concelho da Ribeira Brava.

O dirigente madeirense disse ainda "acreditar" nas afirmações do ministro das Finanças, sobretudo "depois das coisas que fez à Madeira". Considerou que "as pessoas sabem quem fala a verdade e quem faz promessas que se revelam mentiras".

Diário Económico, 01.07.2009

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