"A liberdade é um luxo a que nem todos se podem permitir." (Otto Bismark)

"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons." (M. Luther King)

"Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente." (Jiddu Krishnamurti)

"Ninguém está obrigado a cooperar em sua própria perda ou em sua própria escravatura, a Desobediência Civil é um direito imprescindível de todo o cidadão!" (Mahatma Ghandi)

"Alguns homens vêem as coisas como são e dizem "Porquê?". Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo "Porque não?" (George Bernard Shaw)

“Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos factos.” [Olavo de Carvalho]

Neste Nosso Portugal©2009

Nota:

Este blog não obedece nem obedecerá a qualquer acordo ortográfico que seja um atentado à identidade do País

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Vacinas, as reacções adversas (até 09 de Abril de 2022)

 

Continuam a aumentar as vítimas das vacinas anti-Covid. A base de dados EudraVigilance, verificada pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), relata agora 43.005 mortes e 3.984.978 lesões após as injecções das vacinas experimentais. Estão presentes também as primeiras reacções adversas provocadas pelas vacina Novavax relatadas nas últimas 2 semanas:

Um total de 43.005 óbitos, amplamente subestimado como já tivemos modo de explicar. Para ter uma ideia, as Nações Unidas calculam em pouco mais de 3.000 os mortos e 9.000 os feridos da guerra no Donbass até 2021. No caso das vacinas, e só no Velho Continente, a ordem de grandeza é mais de dez vezes maior.

Repito: no caso das vacinas o total é subestimado, e em muito, porque há toda uma série de fatalidades que fogem dos parâmetros utilizados para avaliar as consequências directa das injecções experimentais.

Enfarte para todos

A este respeito, o bom Stefano Re reuniu uma interessante série de artigos destinados a encontrar uma possível explicação para doenças súbitas, ataques cardíacos e outras disfunções cardíacas que aumentaram dramaticamente ao longo do último ano e meio.

Diz Stefano:

Em termos técnicos, esta operação de modificação perceptiva de massa chama-se “normalização”. O objectivo é simples: convencer o maior número de pessoas que é perfeitamente normal que crianças e atletas morram de ataques cardíacos dia sim, dia não.

Tentam culpar tudo: do demasiado quente ao demasiado frio, do demasiado desporto ao demasiado pouco desporto, do demasiado sexo ao pouco sexo, com mirabolantes virtuosismos como culpar o pequeno-almoço.

Tentam culpar todos os factores possíveis, excepto um.

De facto a colecção, que reúne artigos dos últimos 12 meses, apresenta “virtuosismos” que obrigam a reflectir. O Michigan Health informa que a Aspirina afinal pode não prevenir o ataque cardíaco; o Daily Mail afirma que O risco de problemas cardíacos pode ser aumentado mesmo ao beber menos do que as quantidades previstas pelo sistema de saúde; Today explica que Todas as crianças deveriam ser rastreadas para a possibilidade de uma paragem cardíaca súbita, mas mesmo assim atenção porque, como diz Science Daily o calor extremo também provoca enfartes, tal como o frio do Inverno segundo The Indian Express; e mesmo que o clima esteja bom, a solidão favorece os enfartes nas mulheres maduras e sozinhas (The Times), tal como acontece com os coágulos de sangue provocados pelo pequeno-almoço (The Express). Mas atenção: não tomar o pequeno almoço provoca enfartes também (The Express).

Vida saudável com exercício físico? Sim, mas sem esquecer que mesmo os corredores (e os triatletas) contraem doenças cardíacas (Triathlon Magazine). Melhor ficar calminhos no sofá com o comando na mão? Nem pensar: o enfarte atinge também quem fica a ver a televisão (WebMD). Aliás, a coisa melhor seria desligar tudo porque a conta da luz pode provocar… adivinhem? Exacto: um enfarte (Wales Online). E tentem ficar longe de todos também porque o coração partido (metaforicamente) pode partir-se de verdade (WHNT), exactamente o que acontece ao ficar com raiva, perturbação emocional e perante um grande esforço físico (Science Daily). Ou a masturbar-se (Science Direct): doutro lado, a Igreja avisa há séculos. Mas nem o sexo com alguém é seguro, aliás, como avisa The Conversation com estudos vários (Springer, NIH): “a morte durante o sexo não é apenas algo que acontece aos homens de meia-idade”.

Vice-versa, tomar três doses duma vacina experimental não parece ter efeitos secundários indesejáveis: é toda saúde. E os mais de 40 mil mortos da Eudravigilance? Provavelmente não tinham tomado o pequeno almoço.

Segredo de Estado

Fechamos este artigo dedicado à Covid e arredores com uma notícia “curiosa”.

Lembra-se o Leitor daquelas imagens televisiva de Bergamo, na Italia, com a fila de camiões militares que transportavam os primeiros mortos de Covid em Italia e na Europa? Era o início de 2020 e a “pandemia” estourava no Velho Continente com cenas que deram a volta ao mundo.

Aos primeiro sinais de problemas sanitários, o Governo italiano tinha enviado 400 militares na zona mais atingida de Bergamo (em particular nas áreas de Alzano e Nembro), num esforço para instituir uma “zona vermelha” e conter a ameaça. Uma medida já experimentada em outras zonas da Região Lombardia (da qual Bergamo faz parte) na altura. Todavia, pouco depois de terem chegado, os militares foram afastados e nenhuma “zona vermelha” foi declarada. O resultado foram as imagens dos camiões com os cadáveres, passados poucos dias.

De acordo com algumas simulações, a medida de contenção poderia ter reduzido significativamente a mortalidade causada pela propagação do vírus numa área onde a idade média dos cidadãos era particularmente elevada: “Entre 2.000 e 4.000 vítimas poderiam ter sido evitadas se a zona vermelha tivesse sido aplicada rapidamente”, observou a microbiologista Andrea Crisanti, que tinha apresentado um relatório de peritos ao Ministério Público de Bergamo nos primeiros e decisivos meses da emergência pandémica em Itália.

Na sequência de um pedido da agência de imprensa Agi, o Ministério do Interior foi sucessivamente convidado a publicar os documentos relativos a esse período, a fim de compreender o que tinha acontecido e quais as motivações tinham justificado aquela estranha tomada de decisão. E agora, o Conselho de Estado decidiu pôr um ponto final na questão aplicando o Segredo de Estado militar aos documentos. As razões do que aconteceu em Nembro e Alzano permanecerão em segredo.

É lícito pensar que com a instituição duma zona de segurança nunca teríamos havido a coluna de camiões militares com os cadáveres, que tanto impressionou a opinião pública mundial e europeia em particular. Aquela macabra coluna foi uma excelente operação de marketing. Portanto, não é preciso muito para imaginar quais as razões que justificam o segredo militar agora. Apesar desta história ser um pouco mais complicada: lembramos que naqueles dias, enquanto a Alemanha proibia a exportação de máscaras, luvas e máquinas para a ventilação dos pacientes, tal como feito por França e Suécia, os únicos a enviar ajuda (inclusive um contingente militar) tinham sido os russos…. Mas esta é outra história, justo?

in:https://informacaoincorrecta.com/2022/04/22/vacinas-as-reaccoes-adversas-ate-09-de-abril-de-2022/

sexta-feira, 22 de abril de 2022

O futuro é risonho. Mais ou menos.

 

Os sábios do Fundo Monetário Internacional (FMI) surpreendem o público com uma dramática profecia: as perspectivas económicas globais ficaram grandemente abaladas, em grande parte devido à invasão russa da Ucrânia. Quem poderia ter imaginado? Praticamente todos: quando a ameaça for aquela dum petróleo que ultrapassa abundantemente os 150 Dólares, o horizonte pinta-se de negro. Crescimento? Já foi. Bem vinda inflação.

Portanto, o tom do documento é o esperado mas, apesar de não introduzir novidades espantosas, fornece um bom quadro daquele que é um ponto de viragem na História. A mensagem contida nas entrelinhas é clara: estamos a assistir à destruição do modelo político e económico que tinha vigorado ao longo das últimas décadas. Ou, para melhor dizer, estamos na fase final dum processo preparado há muito e que agora entrou na altura mais delicada. E a transição não será indolor.

FMI: “A guerra obscurece as perspectivas econômicas mundiais enquanto a inflação se acelera”

Assim reza o documento oficial, disponível também em versão portuguesa (a que se segue):

Esta crise acontece no momento em que a economia global ainda não se recuperou totalmente da pandemia. Mesmo antes da guerra, a inflação estava em alta em muitos países devido a desequilíbrios entre oferta e demanda e às políticas de apoio para conter os efeitos da pandemia, tendo como resultado um movimento de aperto da política monetária. Os últimos confinamentos na China podem criar novos gargalos nas cadeias logísticas globais.

Neste contexto, além do seu impacto humanitário imediato e trágico, a guerra retardará o crescimento econômico e elevará a inflação. Houve um aumento acentuado dos riscos econômicos no seu conjunto, e as autoridades enfrentam dilemas de políticas ainda mais difíceis.

Em comparação com nossa previsão de janeiro, revisamos em baixa as projeções de crescimento global – para 3,6% tanto em 2022 como em 2023– em razão do impacto direto da guerra na Ucrânia e das sanções à Rússia; ambos os países devem sofrer uma forte contração. As perspectivas de crescimento da União Europeia este ano foram revisadas em baixa de 1,1 ponto percentual devido aos efeitos indiretos da guerra, tornando a região a segunda maior a contribuir para o rebaixamento geral das previsões.

A guerra se soma à série de choques da oferta que atingiram a economia global nos últimos anos. Como ondas sísmicas, seus efeitos irão se propagar por toda a parte – atingindo os mercados de commodities, o comércio internacional e as ligações financeiras. A Rússia é um importante fornecedor de petróleo, gás e metais e, juntamente com a Ucrânia, de trigo e milho. A oferta reduzida provocou um forte aumento dos preços desses produtos. Os países mais afetados são os importadores de commodities na Europa, Cáucaso e Ásia Central, Oriente Médio e Norte da África e África Subsaariana. Mas a escalada de preços dos alimentos e combustíveis prejudicará as famílias de baixa renda em todo o mundo, inclusive nas Américas e no resto da Ásia. […]

Abalado pela guerra

Pressões amplificadas

A perspectiva a médio prazo foi revista em baixa para todos os grupos, exceto os exportadores de commodities que se beneficiam do aumento dos preços da energia e dos alimentos. Nas economias avançadas, levará mais tempo até que a produção agregada retorne à tendência pré-pandemia. E a divergência que se abriu em 2021 entre as economias avançadas e as economias de mercados emergentes e em desenvolvimento deverá persistir, sugerindo que a pandemia deixará algumas marcas permanentes.

Marcas prolongadas

A inflação se tornou um perigo claro e imediato para muitos países. Mesmo antes da guerra, a inflação deu um salto por causa da alta dos preços das commodities e dos desequilíbrios entre oferta e demanda. Muitos bancos centrais, como o Federal Reserve, já haviam iniciado o aperto da política monetária. As rupturas relacionadas com a guerra amplificam essas pressões. Projetamos agora que a inflação permanecerá elevada por muito mais tempo. Nos Estados Unidos e em alguns países europeus, ela atingiu seu patamar máximo em mais de 40 anos, num contexto de condições restritivas nos mercados de trabalho.

Inflação persistente

Cresce o risco de que as expectativas de inflação se afastem das metas de inflação dos bancos centrais, provocando uma resposta mais agressiva de aperto monetário por parte das autoridades. Além disso, a alta dos preços dos alimentos e combustíveis também pode elevar consideravelmente a perspectiva de agitação social nos países mais pobres.

Logo após a invasão, as condições financeiras se tornaram mais restritivas para os mercados emergentes e países em desenvolvimento. Até agora, esta reprecificação tem sido, em grande medida, ordenada. No entanto, subsistem vários riscos de fragilidade financeira, elevando a perspectiva de um aperto acentuado das condições financeiras globais, bem como de saídas de capital.

No plano fiscal, a pandemia já havia reduzido a margem de manobra em muitos países, e a retirada do apoio fiscal extraordinário deverá continuar. A forte alta dos preços das commodities e o aumento das taxas de juros globais reduzirão ainda mais o espaço fiscal, em particular nos mercados emergentes e nas economias em desenvolvimento importadores de petróleo e alimentos.

A guerra também aumenta o risco de uma fragmentação mais permanente da economia mundial em blocos geopolíticos com padrões tecnológicos, sistemas de pagamentos transfronteiriços e moedas de reserva distintos. Esse “movimento tectônico” causaria perdas de eficiência a longo prazo, aumentaria a volatilidade e representaria um grande desafio à estrutura baseada em regras que tem governado as relações internacionais e econômicas nos últimos 75 anos.

Políticas prioritárias

A incerteza em torno dessas projeções é considerável, muita além da extensão habitual. O crescimento poderá desacelerar ainda mais e a inflação poderia ficar acima de nossas projeções se, por exemplo, as sanções forem estendidas às exportações de energia da Rússia. Uma propagação contínua do vírus poderá dar origem a variantes mais letais resistentes às vacinas, provocando novos confinamentos e rupturas na produção.[…]

As autoridades econômicas devem também assegurar o funcionamento eficaz da rede global de segurança financeira. Para alguns países, isto significa garantir apoio adequado de liquidez para superar dificuldades de refinanciamento a curto prazo. Mas, para outros, será necessária uma reestruturação completa da dívida soberana. O Quadro Comum para o Tratamento da Dívida do G-20 oferece orientação sobre esse processo de reestruturação, mas ainda não produziu resultados. A ausência de uma estrutura eficaz e rápida representa uma falha no sistema financeiro global. […]

Últimas projeções de crescimento do World Economic Outlook Abril 2022

No fundo do estudo, a tabela que é possível observar acima. E que, na minha óptica, é preciso ler com algumas reservas. Melhor ainda: muitas reservas. Sobretudo em relação aos Países mais pobres que, milagrosamente, contrariam o andamento dos Países mais desenvolvidos, da Índia, da África do Sul, o crescimento limitado de China e Países da ASEAN. Algo esquisito.

Conclui o FMI:

Em questão de semanas, o mundo sofreu mais uma vez um grande choque. No momento em que se vislumbrava uma recuperação duradoura após a pandemia, irrompeu a guerra, eliminando talvez os ganhos recentes.

Pois, quando se diz “o acaso”, não é?

O perigo: a inflação

Voltando às considerações gerais: esta não é uma altura qualquer, mas um profundo reposicionamento global no final do qual irá surgir uma nova ordem mundial, que já é possível vislumbrar e que foi por aqui amplamente discutida. Quando até as tímidas Finlândia, Suécia e a rica Suíça pensam em abandonar a antiga neutralidade em favor duma clara escolha de campo, então é óbvio que nada será como antes.

A dúvida é: o que acontecerá agora do ponto de vista económico? O documento do FMI não deixa muitas dúvidas: “a escalada de preços dos alimentos e combustíveis prejudicará as famílias de baixa renda em todo o mundo, inclusive nas Américas e no resto da Ásia” e isso “pode elevar consideravelmente a perspectiva de agitação social nos países mais pobres”. Ou seja: aumento da pobreza. Esta última será provocada pelo aumento dos preços aliado à possibilidade duma inflação que dispara (“afastada das metas dos bancos centrais”). Lógica a consequente agitação social.

Putin? Não é ele o “inimigo número um”, que tem outro nome: “inflação”. Um grande perigo para o próximo futuro, sobretudo se não for acompanhada por um adequado crescimento económico. O termo técnico é estagflação: aumenta a inflação e, ao mesmo tempo, a economia fica estagnada ou entra em recessão. Mas, mesmo evitando o problema da estagflação, a inflação fica também porque, do ponto de vista histórico, está ligada à guerra. Observamos o andamento da inflação nos EUA e no Reino Unido durante a Primeira e a Segunda guerra mundial, sobretudo nos primeiros anos dos conflitos:

Pelo que, a inflação é filha (também) das guerras. Mas, ehi!, se conhecemos o perigo podemos implementar medidas para limita-lo ou até evita-lo, justo? Errado: o que está a ser feito é exactamente o contrário.

Petróleo: 185 Dólares?

Como relata a Reuters:

O Ministro das Finanças francês Bruno Le Maire disse na Terça-feira que estava em curso um embargo ao petróleo russo a nível da União Europeia, acrescentando que o Presidente francês Emmanuel Macron quer uma tal medida.

“Espero que nas próximas semanas convençamos os nossos parceiros europeus a deixar de importar petróleo russo”, disse Le Maire à rádio Europe 1.

Explica Zero Hedge:

Porquê esperar até depois das eleições para lançar o embargo? Simples: os burocratas da Europa estão justamente aterrorizados que o próximo aumento do preço do petróleo empurre o voto a favor de Le Pen, razão pela qual a Europa irá esperar até depois das eleições (quando Macron será supostamente o próximo presidente da França) para o anunciar publicamente.

O que faz todo o sentido. O que faz menos sentido é ter já agora problemas energéticos e cortar nos fornecimentos futuros também. Putin é mau? E nós cortamos os nossos…. ok, tentamos ser menos vulgares: “e nós disparamos no nosso pé”.

Portanto: embargo e petróleo acima dos 150 Dólares por barril? Sempre Zero Hedge relata como o banco JP Morgan esteja a prever um barril na casa dos 185 Dólares. Considerado os volumes da produção mundial, o Ocidente e os seus aliados estão prestes à abdicar da produção do segundo exportador mundial de crude (10 milhões de barris diários em 2021, logo após os 11 milhões dos EUA): lógico que os preços disparem.

Reparamos uma nota curiosa: as pessoas que querem cortar o gás e o petróleo russos são as mesmas que dizem desejar favorecer a nossa economia. É um pouco como ver alguém que está a afogar-se e furar-lhe o colete salva-vidas explicando que é para o bem dele. Uma estranha forma de favorecer a retoma económica post-pandemia, não acham?

A arma económica

Pessoalmente estou muito preocupado. Na internet circula o espectro duma guerra termonuclear entre EUA e Rússia. Do meu ponto de vista não faz sentido. Até poderia haver o utilizo de algumas armas atómicas de potência reduzida na Ucrânia, mas aquela continuará a ser uma guerra territorialmente limitada, utilizada para reescrever as regras do jogo com uma arma até mais letal: a economia. Porque um barril empurrado artificialmente acima dos 150 Dólares é uma arma letal, isso deve ficar bem claro.

Se na Europa será crise (e bem pesada, acho não possam existir muitas dúvidas acerca disso), é também verdade que não é interesse dos EUA a aniquilação do Velho Continente: Biden acabou de regressar em Washington com uma mala cheia de contractos assinados, alguém terá que ter o dinheiro suficiente para honra-los. Os problemas mais graves serão naqueles Países definidos como “do Terceiro Mundo” ou “em desenvolvimento”, sobretudo na região africana (mas não só). Aí a situação será dramática e não poucas zonas irão tornar-se terras de conquista nos próximos anos, vítimas da fome, dos programas do FMI, do reacendimento de conflictos locais, da emigração e das pressões internacionais. Um panorama do qual não ficam excluídas algumas realidades da América Central.

Por aqui: a inflação irá “comer” ordenados e poupanças, com a classe média que será aquela que irá pagar a conta mais elevada, com numerosas famílias sugadas no vórtice da pobreza. Aquela verdadeira, onde o problema é juntar algo para o jantar.

Tudo segundo os planos

Lamento, não é um futuro risonho. Então a pergunta deve ser: porque é que o fazem? Porquê fazer escolhas que vão contra a população? Como podem tomar decisões que levarão à fome e à destruição?

A resposta é muito simples e quem costuma ler estas páginas já tem a resposta. Este é o programa que foi imaginado e que agora está a ser implementado. Dúvidas? Procurem os velhos artigos acerca do World Economic Forum: aí está tudo.

O programa é o decrescimento e o consequente empobrecimento geral. Os resultados podem ser vistos já agora: há empresas que estão a fechar, a cadeia de abastecimento está em crise. Quando uma fábrica fecha, os danos não são apenas para os seus proprietários (os “patrões” no idioma comunista), os seus trabalhadores, o seu território: são para todo um sistema. O fim do gasóleo não será apenas um problema para os proprietários do Volkswagen Golf, mas todo o transporte não apenas rodoviário ficará abalado: os camiões funcionam a gasóleo, e sem camiões em circulação não é possível transportar mercadorias ou mesmo levar produtos alimentares para as prateleiras. E os navios? Funcionam com quê os navios?

Num mundo empobrecido, condicionado por uma propaganda feroz, que se prepara para ser invadido por massas de desempregados e consequente violência, assustado por uma “pandemia” antes e “o novo Hitler” depois, pelas “alterações climáticas”, por um terrorismo agora adormecido porque supérfluo mas que será exumado na altura certa, e tudo isso sem esquecer o próximo inimigo “amarelo”, nada será mais simples do que convencer as massas a aderirem aos novos ditames.

Como era a ideia? “Não terás nada e serás feliz”? Estou a ver a primeira parte do discurso, tenho algumas dúvidas quanto à segunda.

in:https://informacaoincorrecta.com/2022/04/20/o-futuro-e-risonho-mais-ou-menos/

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Renomado virologista alerta para o 'colapso do nosso sistema de saúde' devido a complicações das vacinas COVID

O Dr. Geert Vanden Bossche alertou sobre os danos causados ​​ao sistema imunológico dos vacinados e as inevitáveis ​​consequências graves que daí resultariam.


 Um renomado virologista e ex-diretor sênior da Fundação Bill e Melinda Gates alertou recentemente sobre os perigos das vacinas experimentais de transferência de genes COVID-19, encorajou os não vacinados a “permanecer não vacinados” e previu um inevitável “colapso de nossa saúde”. sistema” devido a complicações de saúde nos vacinados.

O Dr. Geert Vanden Bossche , que já trabalhou como gerente sênior de programa da Aliança Global para Vacinas e Imunização ( GAVI ) e foi considerado um dos criadores de vacinas mais talentosos do mundo, divulgou um  vídeo  “Mensagem para a Áustria” em novembro 20 para coincidir com um grande  comício  em Viena, opondo-se às novas  medidas de bloqueio  .

Como primeira prioridade, ele aconselhou o público: “Nunca, nunca – permita que qualquer coisa, ou alguém, interfira ou suprima seu sistema imunológico inato”, que é a primeira linha de defesa que os seres humanos têm para combater todas as infecções.

De acordo com Vanden Bossche, os “anticorpos da vacina”, que são induzidos pelas atuais vacinas COVID-19, suprimem a imunidade inata e “ não podem  substituí-la”, pois diminuem rapidamente sua eficácia e não podem impedir a infecção ou transmissão do vírus.

Assim, essas injeções experimentais, em contraste com a imunidade inata, “ não  contribuem para a imunidade do rebanho”, disse ele.

Vacinar crianças 'é  absolutamente proibido !' 

Essa realidade é mais importante no caso de crianças cuja “imunidade inata pode  ser facilmente  suprimida pelos anticorpos vacinais”, já que seus “anticorpos são tão jovens e tão ingênuos que podem ser facilmente superados pelos anticorpos vacinais”, disse ele.

E como as crianças são protegidas de muitas doenças por sua imunidade inata, incluindo a COVID-19, sua supressão por essas vacinas as expõe a muito mais perigos e “pode até levar a doenças autoimunes”, alertou o especialista.

Portanto, injetar crianças com esses agentes biológicos “é  absolutamente  impossível !” disse o virologista. “Não podemos vacinar nossos filhos com essas vacinas.”

Voltando sua atenção para os “vacinados” adultos, aqueles que foram vacinados, o especialista em microbiologia disse que a supressão da imunidade inata já se mostrou um problema nessa população. “Eles realmente terão dificuldades para controlar várias doenças”, incluindo o COVID-19.

No entanto, como seus anticorpos inatos foram previamente treinados ao longo de anos de adaptação e amadurecimento, ele disse que “eles geralmente são mais resistentes aos anticorpos vacinais” do que os das crianças.

No entanto, essa resiliência pode ser ainda mais deteriorada por tiros adicionais e, portanto, Vanden Bossche adverte que dar reforços a esses indivíduos perfurados “é absolutamente insano! O que isso fará é aumentar ainda mais a pressão imunológica dos anticorpos vacinais em sua imunidade inata”. Assim, as doses de reforço são “absoluto absurdo! É perigoso e não deve ser feito!”

Para os não-espetados: ' Pelo amor de Deus , fique sem vacina!'

Quanto aos não vacinados, o médico belga descreveu por que eles se sairiam muito melhor, primeiro dividindo-os em três categorias:

  1. Aqueles que não apresentaram sintomas, que “provavelmente estão simplesmente protegidos por seus anticorpos inatos”; 
  2. Aqueles que apresentaram sintomas leves, não tendo que ficar na cama por nenhum tempo; e
  3. Aqueles que se recuperaram da doença e podem até ter tido um caso grave dela.

Devido ao que ele chamou de “alta pressão infecciosa” da variante Delta, os respectivos sistemas de imunidade inata desses não vacinados podem agora ter que lutar um pouco mais e, assim, a primeira categoria pode apresentar sintomas leves, a segunda, moderada e a o terceiro pode ter “alguma maior suscetibilidade a algumas outras doenças. Por exemplo, gripe ou resfriado comum.”

“Mas muito, muito importante, todos estão protegidos”, disse ele. “Todos eles ainda estão protegidos contra doenças graves e a maioria deles estará protegida contra doenças muito leves ou moderadas”.

Este é o caso, especialmente, disse o virologista, já que a COVID-19 “não é uma doença de pessoas saudáveis. As pessoas que estão de boa saúde têm um sistema imunológico inato saudável que pode lidar com vários vírus respiratórios sem nenhum problema. Essas pessoas não estão apenas protegidas contra a doença, mas podem até, em muitos casos, prevenir a infecção”.

Vacinas 'servindo como uma espécie de terreno fértil para o vírus'

Portanto, para manter seu sistema imunológico inato saudável como proteção contra o COVID-19 e muitas outras doenças, o Dr. Vanden Bossche ofereceu os três requisitos a seguir aos não vacinados:

  1. “Pelo amor de Deus , fique sem vacina! Eles devem ficar  sem vacinar;”
  2. “Cuide de sua imunidade inata, o que significa que eles devem cuidar de sua saúde … se você fizer isso e não for vacinado, será poupado de doenças graves sem nenhuma vacina. Pelo contrário, a vacina faria o contrário;” e
  3.  Aqueles com comorbidades ou doenças subjacentes “devem ter cuidado com os contatos”. 

Para esta terceira categoria de mais vulneráveis, o médico disse: “Isso não é discriminar os vacinados, mas [os não vacinados] devem evitar especialmente o contato com os vacinados neste momento.

“As vacinas agora são as pessoas,  e não há dúvida sobre isso , que estão realmente servindo como uma espécie de terreno fértil para o vírus”, disse ele. “Precisamos ter uma proteção extra para quem tem doenças subjacentes. Não os vacine, mas evite que sejam expostos a alta pressão infecciosa”.

Problemas de saúde no vaxxed 'inevitavelmente levarão ao colapso do nosso sistema de saúde'

Ele encorajou seus ouvintes austríacos que a única luta que eles têm é “a luta pela sua saúde, [em] não ser vacinado”. Ao conseguir isso, todas as outras medidas não serão sustentáveis.

Embora tenha expressado grande preocupação com “os vacinados”, afirmando que “precisamos ajudá-los o máximo que pudermos, porque eles precisarão de tratamento extensivo em muitos casos”, ele observou que a porcentagem desse grupo agora hospitalizado “está aumentando constantemente . Considerando que cada vez mais, com o treinamento do sistema imunológico inato, com mais exposição ao vírus, mais e mais pessoas não vacinadas ficam protegidas.”

“Isso levará inevitavelmente – e eu não sou um pregador do juízo final – mas isso inevitavelmente levará ao colapso do nosso sistema de saúde. Não pode ser de outra forma”, disse.

'A força se encontra na serenidade'

No entanto, para encerrar, o virologista deixou uma mensagem de esperança, afirmando que as medidas de bloqueio “não são sustentáveis” e não podem durar “por muito tempo”. Ele os encorajou a “manter a calma”, compartilhando um ditado alemão que traduz: “A força é encontrada na serenidade ”.

in:https://www.globalresearch.ca/renowned-virologist-warns-collapse-health-system-due-complications-covid-vaccines/5763796

terça-feira, 19 de abril de 2022

Implantes de microchips humanos e a “Internet dos Corpos” (IoB)

 

Os microchips implantáveis ​​são comercializados como o máximo em conveniência, mas o objetivo é criar a Internet dos Corpos (IoB), descrita pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) como um ecossistema de “um número sem precedentes de sensores”, incluindo sensores emocionais, “ anexados, implantados ou ingeridos em corpos humanos para monitorar, analisar e até mesmo modificar corpos e comportamentos humanos”

A Suécia é um dos primeiros a adotar microchips implantáveis. O chip é implantado logo abaixo da pele da mão e opera usando comunicação de campo próximo (NFC) – a mesma tecnologia usada em smartphones – ou identificação por radiofrequência (RFID), usada em cartões de crédito sem contato

Os chips de pagamento implantados são uma extensão da internet das coisas; eles são uma maneira de conectar e trocar dados, e os benefícios devem ser ponderados em relação aos riscos potenciais

Países ao redor do mundo estão agora trabalhando em um sistema para uma moeda digital do banco central (CBDC), uma moeda fiduciária em formato digital que é programável para que você possa gastar seu dinheiro apenas em determinadas coisas ou em locais específicos, conforme desejado pelo emissor

No final, tudo estará conectado a um único dispositivo implantável que conterá sua identidade digital, dados de saúde e CBDCs programáveis. Sua identidade digital, por sua vez, incluirá tudo o que puder ser conhecido sobre você através da vigilância por meio de biossensores implantados, seu computador, smartphone, GPS, redes sociais, pesquisas online, compras e hábitos de consumo. Os algoritmos decidirão o que você pode e o que não pode fazer com base em quem você é

*

Embora os microchips implantáveis ​​sejam comercializados como o máximo em conveniência, o objetivo dessa tendência vai muito além de permitir que você abra portas sem chaves e compre coisas sem sua carteira.

O objetivo é criar o que é conhecido como Internet dos Corpos (IoB), descrito pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) como um ecossistema de “um número sem precedentes de sensores”, incluindo sensores emocionais, “conectados, implantados ou ingeridos em corpos humanos para monitorar, analisar e até modificar corpos e comportamentos humanos”. 1

As palavras-chave nessa frase que a máquina de relações públicas ignora é o objetivo declarado de “modificar corpos e comportamentos humanos”. E quem será responsável por essas modificações? Eles não dizem, mas podemos supor com segurança que serão aqueles que terão algo a ganhar com a modificação de suas ações e comportamentos.

Suécia abre caminho para microchip

Conforme observado no segmento NBC News em destaque, a Suécia é um dos primeiros a adotar microchips implantáveis. O chip, do tamanho de um grão de arroz, é implantado logo abaixo da pele da mão e opera usando comunicação de campo próximo (NFC) – a mesma tecnologia usada em smartphones – ou identificação por radiofrequência (RFID). que é usado em cartões de crédito sem contato.

A Suécia já se tornou mais ou menos uma sociedade sem dinheiro. Agora, este pequeno implante substituirá a necessidade de cartões de débito e crédito juntos, além de identificação e chaves. Para pagar um item, basta colocar a mão esquerda perto do leitor de cartão sem contato e o pagamento é registrado.

Estima-se que 5.000 a 10.000 suecos foram chipados até agora, embora as autoridades suecas afirmem que não sabem o número exato, pois não há registro central.

Atualmente, alega-se que os chips não podem ser rastreados, mas isso não significa que eles permanecerão não rastreáveis ​​no futuro. E, embora esses primeiros microchips contenham apenas quantidades limitadas de informações, sabemos que o WEF sonha em implementar um sistema global de identificação digital que inclua tudo o que se possa imaginar sobre você, desde seu histórico de pesquisa on-line e informações médicas até seus dados bancários pessoais, pontuação de crédito social e mais.

Humanos estão se tornando hackeáveis

Conforme observado pela especialista em tecnologia financeira Theodora Lau, os chips de pagamento implantados são “uma extensão da internet das coisas”; eles são uma maneira de conectar e trocar dados, e os benefícios devem ser ponderados em relação aos riscos potenciais. 2

Isso é particularmente verdadeiro se e quando mais informações pessoais começarem a ser migradas para eles, deixando você vulnerável a hackers e vigilância. Ela disse à BBC News: 3

“Quanto estamos dispostos a pagar por conveniência? Onde traçamos a linha quando se trata de privacidade e segurança? Quem estará protegendo a infraestrutura crítica e os humanos que fazem parte dela?”

Um segmento do PBS NewsHour de 2019 4 também analisa algumas das preocupações em torno dos microchips implantáveis ​​(veja o vídeo acima). É importante ressaltar que praticamente qualquer smartphone pode ler o chip com o scanner apropriado instalado, e “qualquer um seria capaz de hackeá-lo”, de acordo com o Dr. Geoff Watson, um anestesista consultor 5 que se uniu ao inventor do chip “para garantir a procedimento de implante é realizado de acordo com um padrão médico.”

Embora muitos digam que não têm medo de privacidade em torno dos microchips atuais, é razoável suspeitar que as preocupações com a privacidade aumentarão em conjunto com a quantidade de informações pessoais mantidas nos chips e com o número de pessoas que possuem os implantes.

O roubo de cartão de crédito era raro no início e normalmente envolvia a perda física do cartão. Hoje, você não consegue manter um cartão de crédito por mais de um punhado de anos antes de ser roubado de alguma forma, mesmo que o cartão ainda esteja em sua posse.

O roubo de identidade também é desenfreado e piora a cada dia, à medida que milhões de ilegais que precisam de novas identidades inundam a fronteira sul dos Estados Unidos.

Conforme observado pelo Centro de Estudos de Imigração, os imigrantes ilegais não são “indocumentados”, pois a maioria obterá documentos fraudulentos por meio de roubo de identidade. 6 Em outras palavras, eles estão roubando as identidades legais dos americanos. Em 2020, o custo total de roubo de identidade e fraude de identidade foi de US$ 56 bilhões – o maior da história registrada – e afetou 39 milhões de americanos. 7

Não há razão para acreditar que roubos e fraudes não acontecerão à medida que o microchip se torna mais comum. E esse risco se soma aos riscos envolvidos com a espionagem do governo e o controle de seu comportamento e gastos, uma vez que os microchips estão conectados às suas finanças pessoais e moedas digitais programáveis.

Em uma entrevista de novembro de 2019 à CNN, 8 professor de história e conselheiro do fundador do WEF, Klaus Schwab, Yuval Noah Harari, alertou que “os humanos agora são animais hackeáveis”, ou seja, existe a tecnologia pela qual uma empresa ou governo pode conhecê-lo melhor do que você. conhecer a si mesmo, e isso pode ser muito perigoso se mal utilizado.

Ele previu que os algoritmos serão cada vez mais usados ​​para tomar decisões que historicamente têm sido feitas por humanos, seja você mesmo ou outra pessoa, incluindo se você será ou não contratado para um determinado trabalho, se você receberá um empréstimo, qual escola currículo que você seguirá e até mesmo com quem você vai se casar.

O plano para controlar as 'massas inúteis'

Em outra entrevista, Harari discutiu o que Schwab chama de A Quarta Revolução Industrial (leia-se: transumanismo), observando que agora estamos aprendendo a “produzir corpos e mentes” (ou seja, corpos aumentados e mentes conectadas à nuvem e à inteligência artificial) e que um dos maiores desafios que enfrentamos será o que fazer com todas as pessoas que se tornaram obsoletas no processo.

Como as pessoas não aumentadas encontrarão sentido na vida quando são basicamente “inúteis, sem sentido”? Como eles vão gastar seu tempo quando não há trabalho, nenhuma oportunidade de progredir em algum tipo de profissão? Seu palpite é que a resposta será “uma combinação de drogas e jogos de computador”. Vou deixar você decidir se isso é uma visão da utopia ou do inferno na terra.

Nada será privado – nem mesmo suas funções corporais

O plano do WEF para o IoB inclui até biossensores que medem e monitoram seu funcionamento biológico e estados emocionais. O Pentágono dos EUA e a Profusa Inc. já colaboraram no desenvolvimento de um pequeno biossensor implantável que detecta doenças rastreando reações químicas dentro do seu corpo. 9

Por exemplo, seria capaz de determinar se você foi infectado por um vírus como SARS-CoV-2 ou influenza muito antes de surgirem sintomas. Conforme explicado pela Defense One, o biossensor consiste em duas partes: 10

“Um deles é um fio de hidrogel de 3mm, material cuja rede de cadeias poliméricas é usada em algumas lentes de contato e outros implantes. Inserido sob a pele com uma seringa, o cordão inclui uma molécula especialmente projetada que envia um sinal fluorescente para fora do corpo quando o corpo começa a combater uma infecção.

A outra parte é um componente eletrônico preso à pele. Ele envia luz através da pele, detecta o sinal fluorescente e gera outro sinal que o usuário pode enviar para um médico, site, etc. É como um laboratório de sangue na pele que pode captar a resposta do corpo à doença antes da presença de outros sintomas, como tosse.”

Agora, o sensor permite que a biologia de uma pessoa seja examinada à distância via conectividade de smartphone, e a Profusa é apoiada pelo Google, a maior empresa de mineração de dados do mundo.

Sabendo disso, é difícil imaginar que seus dados biológicos não serão usados ​​para aumentar os lucros do Google e aumentar o controle do governo. Embora a Profusa esperasse receber a aprovação da Food and Drug Administration dos EUA em 2021, ela ainda não parece ter sido aprovada.

Outros dispositivos de monitoramento e rastreamento no pipeline

Outra invenção que está pronta para rastrear sua saúde são as matrizes biocompatíveis de microagulhas de ponto quântico no infravermelho próximo. Conforme explicado em um artigo da Science Translational Medicine de 2019, 11 esse novo sistema de entrega de vacina é capaz de “entregar padrões de micropartículas emissoras de luz no infravermelho próximo à pele” que podem ser “imaginadas usando smartphones modificados”. Em suma, serviria como uma tatuagem invisível do seu registro de vacinação.

Bill Gates também financiou o desenvolvimento de um microchip de controle de natalidade que pode ser ligado e desligado por controle remoto. O Correio Nacional escreve: 12

“O microchip de controle de natalidade … conteria quase duas décadas de um hormônio comumente usado em contraceptivos e dispensaria 30 microgramas por dia … A fundação Bill e Melinda Gates doou mais de US $ 4,5 milhões à MicroCHIPS, Inc. permite que as mulheres regulem sua fertilidade”…”

Em novembro de 2019, a Daré Bioscience, uma empresa biofarmacêutica com sede em San Diego, anunciou 13 que havia chegado a um acordo para adquirir a MicroCHIPS Biotech e adicionaria o microchip anticoncepcional ao seu portfólio. Curiosamente, em 2014, a MicroCHIPS parecia confiante de que seria capaz de colocar o produto no mercado em 2018, mas a partir de 2022, ainda está em desenvolvimento.

As moedas digitais programáveis ​​são as próximas

Países ao redor do mundo estão agora trabalhando em um sistema para uma moeda digital do banco central (CBDC), uma moeda fiduciária em formato digital que é programável para que você possa gastar seu dinheiro apenas em determinadas coisas ou em locais específicos, conforme desejado pelo emissor .

No vídeo acima, o WhatsHerFace comenta o anúncio do Canadá em 2021 de seu plano para um CBDC que será universalmente acessível, mesmo que você não tenha uma conta bancária ou um telefone celular. Que tipo de dispositivo pode cumprir isso? Um microchip implantado, é claro, que tem sua identidade digital e carteira digital.

Em 2007, o empresário e produtor de cinema americano Aaron Russo disse ao “Infowars” que o objetivo da Nova Ordem Mundial era criar “um governo mundial, onde todos têm um chip RFID implantado neles, e todo o dinheiro deve estar nesses salgadinhos."

“Não haverá mais dinheiro, e esta [informação] me foi dada diretamente do próprio Rockefeller”, disse Russo. “Então, eles podem sacar o dinheiro que quiserem, a qualquer hora que quiserem. Eles dizem: 'Você nos deve isso em impostos', e eles simplesmente tiram isso do seu chip. Controle total. E... se você está protestando contra o que eles estão fazendo, eles desligam seu chip e você não tem nada... É o controle total das pessoas.”

Avançando para abril de 2022, o Canadá agora está consagrando permanentemente suas sanções impostas pelo governo contra manifestantes em seu novo orçamento. 14 Como você deve se lembrar, o governo canadense encerrou as contas bancárias dos participantes do protesto dos caminhoneiros contra os mandatos de vacinas, e mesmo daqueles que doaram apenas US$ 25 para o protesto.

As plataformas de crowdfunding agora serão regulamentadas com mais rigor, e o governo também está lançando uma revisão legislativa das criptomoedas. Imagine o controle que o governo canadense teria com um CBDC programável. Eles poderiam ter evitado que as doações ocorressem e fechar a conta de qualquer um que tentasse doar alguns dólares ao movimento pela liberdade.

Um plano cuidadosamente elaborado para dominar o mundo?

Tudo isso está acontecendo ao mesmo tempo em que a Organização Mundial da Saúde, outra fortaleza tecnocrata do estado profundo, está construindo um sistema global de passaporte de vacinas. 15 Uma vez que os CBDCs e um sistema global de passaporte de vacinas estejam em funcionamento, não demorará muito para que sejam combinados em um – provavelmente na forma de um microchip implantável.

Podemos prever isso porque eles nos disseram que esse é o plano. Basta olhar através das descrições do site do WEF da Grande Reinicialização 16 e Quarta Revolução Industrial. 17

Leia o white paper da Rockefeller Foundation de abril de 2020, 18 “Plano de Ação Nacional de Testes COVID-19 – Etapas Estratégicas para Reabrir Nossos Locais de Trabalho e Nossas Comunidades”, que explica a direção do controle social por meio da implementação de medidas permanentes de rastreamento e rastreamento do COVID-19 .

Veja a ID2020 Alliance, 19 uma parceria público-privada fundada pela GAVI de Bill Gates, The Vaccine Alliance, The Rockefeller Foundation, Microsoft, Accenture e Ideo.org. 20 membros da aliança incluem a Learning Economy Foundation, 21 fundada pelas Nações Unidas em 2018, 22 Facebook, Mastercard, ShareRing, Simprints e outros. 23

O ID2020 começou como um programa de identidade digital para Bangladesh e desde então se expandiu para incluir “a implementação de tecnologias digitais que se relacionam com a visão da [Learning Economy] Foundation de um mundo no qual os alunos podem mapear seu progresso educacional para alcançar seus objetivos acadêmicos, de emprego, e objetivos de vida”. 24

No final, tudo estará conectado a um único dispositivo implantável. No momento, é uma dúvida se um passaporte de vacina ou uma plataforma de identidade digital será a base para o que está por vir, mas o que é certo é que, seja qual for o nome, incluirá sua identidade digital, status de vacinação e outros dados de saúde, e CBDCs programáveis.

Sua identidade digital, por sua vez, incluirá tudo o mais que puder ser conhecido sobre você por meio de vigilância por meio de biossensores implantados, seu computador, smartphone, GPS, mídia social, pesquisas online, compras e hábitos de consumo. Imagine ter uma IA ouvindo, observando e pontuando cada movimento que você faz e cada batimento cardíaco, e algoritmos decidindo o que você pode e não pode fazer com base em seu comportamento, expressão, contatos sociais e opiniões pessoais.

Acrescente a isso tecnologias que podem modificar seu comportamento e estado emocional com ou sem seu conhecimento, que é o que descreve o documento informativo do WEF 2020 sobre o IoB. 25 Pode parecer ficção científica, mas é isso que eles pretendem fazer. Cada nova tecnologia, cada nova oportunidade de vigilância que eles apresentam é para promover esse objetivo.

Por décadas, adotamos tecnologias com foco na conveniência e/ou segurança. É sempre assim que eles nos prendem. Mas perderemos tudo pelo que vale a pena viver se continuarmos por esse caminho sem garantias de privacidade infalíveis e direitos de autonomia pessoal em vigor.


Notas

1,  25  WEF, Moldando o Futuro da Internet dos Corpos, julho de 2020

2,  3  BBC 11 de abril de 2022

4  PBS 30 de janeiro de 2019

5  Nova York Post 3 de agosto de 2017

6  Centro de Estudos de Imigração 19 de junho de 2009

7  Privacy Bee Quanto custa o roubo de identidade?

8  CNN 26 de novembro de 2019

9,  10  Defense One 3 de março de 2020

11  Science Translational Medicine 18 de dezembro de 2019; 11(523)

12  Correio Nacional 24 de janeiro de 2015

13  Xconomy.com 15 de novembro de 2019

14  Recupere a Rede 9 de abril de 2022

15  O contra-sinal 11 de abril de 2022

16  WEF Grande Reinicialização

17  WEF Quarta Revolução Industrial

18  Fundação Rockefeller, Plano de Ação Nacional para Testes COVID-19 — Etapas Estratégicas para Reabrir Nossos Locais de Trabalho e Nossas Comunidades, 21 de abril de 2020 (PDF)

19  Atualização biométrica 20 de setembro de 2019

20  Sócios Fundadores ID2020

21,  22  Gavi.org, Fundação Bill e Melinda Gates

23  ID2020 Sócios Gerais

24  Atualização biométrica 5 de agosto de 2021


in:https://www.globalresearch.ca/human-microchip-implants-internet-bodies/5778010



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